O município de Cachoeira Grande enfrenta uma das mais graves crises políticas, administrativas e sociais de sua história recente. Sob a gestão do prefeito César Castro, a cidade mergulhou em um cenário de abandono que tem atingido diretamente a população, sobretudo os servidores públicos e as famílias mais vulneráveis.
De acordo com relatos que circulam diariamente entre moradores e lideranças locais, funcionários públicos estão há dois e até três meses sem receber salários, situação que tem provocado desespero, insegurança alimentar e dificuldades para aquisição de itens básicos, como medicamentos e alimentos.
Enquanto a máquina pública parece paralisada, os pedidos de ajuda se multiplicam. São famílias solicitando comida, pessoas sem recursos para comprar remédios e cidadãos lutando para garantir o mínimo necessário para sobreviver. O drama vivido pela população já ultrapassou o campo político e assumiu contornos de crise humanitária.
A imagem que circula nas redes sociais sintetiza o sentimento coletivo: “Isso não é disputa política. Isso é uma crise humanitária dentro do nosso município.” A frase reflete a indignação de quem sente, no dia a dia, os efeitos da falta de gestão e de respostas efetivas do poder público municipal.
Moradores afirmam que, diante da ausência de ações concretas da Prefeitura, a população tem sido obrigada a se unir por conta própria, em iniciativas solidárias, para suprir necessidades básicas de vizinhos e familiares.
A condução administrativa do prefeito César Castro já é apontada por críticos como responsável pelo pior momento vivido por Cachoeira Grande, marcado por atraso de salários, insegurança social e total fragilidade institucional.
Diante da gravidade da situação, cresce a cobrança por transparência, providências imediatas e respeito aos direitos dos trabalhadores e da população, que não pode continuar pagando o preço de uma gestão considerada ineficiente por grande parte da sociedade local.








