Vítimas relatam prejuízos em negociações de veículos importados, incluindo uma Range Rover Evoque; pagamentos com cheques sem quitação seriam o principal artifício.
O mercado de veículos de luxo está em alerta após uma série de denúncias envolvendo o nome de Eduardo Brito. Segundo relatos colhidos pelo portal Rafael da Juventude, Brito é acusado de aplicar supostos calotes na compra de automóveis de alto padrão, deixando vendedores e lojistas com prejuízos significativos.
O “Modus Operandi”
De acordo com as informações apuradas, o esquema seguiria um padrão específico: Eduardo Brito demonstraria interesse em veículos importados e fecharia o negócio utilizando cheques como garantia de pagamento. No entanto, após a entrega dos veículos e a transferência de posse, os valores acordados não seriam devidamente quitados, resultando em inadimplência.
Entre os casos citados na denúncia, destaca-se a negociação de uma Range Rover Evoque. O vendedor afirma ter entregue o automóvel de luxo sob a promessa de compensação financeira que nunca ocorreu, enfrentando dificuldades para reaver o bem ou receber o montante devido.
Alerta ao Mercado
As denúncias sugerem que esses episódios não são isolados. Fontes próximas às vítimas indicam que a prática pode ser recorrente, o que acendeu um sinal vermelho para empresários e concessionárias do setor automotivo que operam com ativos de alto valor.
A gravidade das acusações levanta discussões sobre a segurança jurídica em transações privadas e a necessidade de checagens rigorosas de crédito antes da entrega de bens.
O Outro Lado
Até o momento da publicação desta matéria, Eduardo Brito não havia se manifestado publicamente sobre as acusações de calote. O espaço permanece aberto para que o citado apresente sua versão dos fatos ou esclareça as pendências financeiras mencionadas pelas vítimas.








