A transparência na gestão pública municipal de Nina Rodrigues volta a ser o centro de debates e questionamentos por parte da população.
Três nomes na folha de pagamento da cidade passaram a atrair os olhares atentos de cidadãos e cobradores de responsabilidade fiscal: Rosária Braga, Jorge Neto e Thales Odeon.
O questionamento central que ecoa entre os moradores é direto e legítimo: quais funções cada um desses servidores realmente exerce, em quais locais prestam serviço e quais entregas efetivas realizam para o município?
No caso específico de Rosária Braga, a situação levanta uma dúvida adicional sobre os critérios administrativos locais, uma vez que, tratando-se de pessoa aposentada, a comunidade indaga sobre a natureza exata do vínculo e a regularidade de eventuais pagamentos emitidos em seu nome pelo poder público.
Ressalta-se que o objetivo do levantamento não é apontar culpa ou imputar irregularidade sem a devida apuração de provas, mas sim exigir o princípio constitucional da transparência e respostas oficiais por parte da administração municipal.
O erário é composto por recursos públicos e, por isso, a sociedade tem o direito inegociável à informação clara. Se há trabalho prestado, que seja demonstrado; se há função ativa, que seja explicada. Nina Rodrigues quer e merece respostas.








